SER ATLETA E SER MULHER!
Nestes tempos de Olimpíadas 2016, nada melhor do que
discutir o assunto: dá pra ser atleta de alta performance e ainda ser feminina?
Mesmo que tenhamos evoluído ao longo dos séculos, quando
falamos em mulher, logo associamos ao sexo frágil, ao sexo desprotegido
característico da era Vitoriana.
Para a mulher ter a "verdadeira feminilidade", ela
deve ser meiga, gentil e fisicamente frágil ou amorosa, sensível e delicada.
Atributos estes da típica dona de casa e fiel esposa.
Portanto, a prática esportiva entre as mulheres era mal vista
perante os olhos da sociedade, já que era sinônimo de homossexualismo ou
"coisa" de homem.
Ainda bem hoje é mais bonito...como a nossa tenista Teliana
Pereira
Apesar de atualmente, as mulheres atletas não serem mais
vistas como homens ou homossexuais, a questão da feminilidade continua ainda
muito presente.
Yane
Marques, atleta do pentatlo moderno.
O esporte de alto rendimento exige um desempenho ligado à
condição física levando à incorporação de força física e musculosidade que não
condiz com a feminilidade convencional.
Mas não deixam de ser, lindas e femininas como a esgrimista
brasileira Nathalie Moellhausen.
Além da questão da feminilidade, ainda existe a
desvalorização da mulher como atleta. Usualmente não se tem o mesmo
reconhecimento frente a um bom resultado; a remuneração é diferente entre
atletas do sexo feminino em relação ao sexo masculino, mesmo praticando a mesma
modalidade como ocorre no futebol de campo, em que as atletas muitas vezes além
de treinarem ainda têm que trabalhar para complementar a sua renda.
Enfim, apesar de todas as dificuldades, nossas atletas....e estamos todos torcendo por elas,
provam que além de alto rendimento, garra e potencial....conseguem manter-se
belas e femininas.
Natália Gaudio,
atleta brasileira da ginástica rítmica.
Jaqueline Carvalho, atleta do vôlei.
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Larissa e Talita,
vôlei de praia.
Beatriz e Branca Feres, nado sincronizado.
VAI BRASIL!!!!











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